Busco um amigo que me diga sempre a verdade
Que não despreze as minhas lágrimas!
Um amigo cuja presença traga alegria
Cujo silêncio transmita paz
Cuja escuta inspire confiança
Cuja lembrança infunda coragem.
Um amigo ao qual eu possa dizer:
Desculpa! Uma duas três vezes
Um amigo que conserve a sua intimidade
Sem esconder o seu pranto.
Um amigo que ao amanhecer
não me diga "bom dia"
Mas me abra o seu coração
Com um amável sorriso!
Um amigo cuja amizade seja óleo doce
Suave e perfumado
Extraído do fruto amargo
De uma árvore espinhosa.
Um amigo que não se preocupe Busco um amigo que me diga sempre a verdade
Que não despreze as minhas lágrimas!
Um amigo cuja presença traga alegria
Cujo silêncio transmita paz
Cuja escuta inspire confiança
Cuja lembrança infunda coragem.
Um amigo ao qual eu possa dizer:
Desculpa! Uma duas três vezes
Um amigo que conserve a sua intimidade
Sem esconder o seu pranto.
Um amigo que ao amanhecer
não me diga "bom dia"
Mas me abra o seu coração
Com um amável sorriso!
Um amigo cuja amizade seja óleo doce
Suave e perfumado
Extraído do fruto amargo
De uma árvore espinhosa.
Um amigo que não se preocupe
Em dar ou receber
Mas que seja capaz de compartilhar
Um amigo simples sincero
Natural capaz de chorar
Mas sobretudo de sorrir.
Em dar ou receber
Mas que seja capaz de compartilhar
Um amigo simples sincero
Natural capaz de chorar
Mas sobretudo de sorrir.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário